domingo, 26 de julho de 2009
"Ganda azar"
"Está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor no défice do que eu"...
Ouvi há alguns dias e fiquei tão siderado que nem sabia o que escrever...só consegui pensar "ganda azar", mais 45 anos de inferno e incompetência...considerando que esta é a idade média que se chega a Primeiro-Ministro e considerando que, até há alguns dias atrás, ainda não tinha nascido ninguém para fazer melhor do que Sócrates...
Por outro lado, é possível que Sócrates esteja desesperado e cada vez mais cego...qual Narciso lança-se às águas inebriado com o seu reflexo...o final depende dos Portugueses...mas não podemos tolerar mais esta brincadeira. Já chega!
Ouvi há alguns dias e fiquei tão siderado que nem sabia o que escrever...só consegui pensar "ganda azar", mais 45 anos de inferno e incompetência...considerando que esta é a idade média que se chega a Primeiro-Ministro e considerando que, até há alguns dias atrás, ainda não tinha nascido ninguém para fazer melhor do que Sócrates...
Por outro lado, é possível que Sócrates esteja desesperado e cada vez mais cego...qual Narciso lança-se às águas inebriado com o seu reflexo...o final depende dos Portugueses...mas não podemos tolerar mais esta brincadeira. Já chega!
domingo, 5 de julho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
O Governador
Ontem houve mais uma sessão da Comissão de Inquérito sobre o caso BPN. Todos sabemos que comissões de inquérito são um dos ícones nacionais, sejam sobre a morte de Sá Carneiro, as casas da "responsabilidade" de Sócrates na Guarda ou a contratação de um porteiro para a AR.
É desgastante estar sempre a recordar a inoperância dos supervisores (Banco de Portugal e CMVM - aproveitando para recordar que Teixeira dos Santos foi responsável por esta) e os resultados fantásticos que tiveram, na única tarefa verdadeiramente importante que aquelas 2,000 pessoas têm que fazer: supervisionar o sistema financeiro e as empresas cotadas.
Contudo, é sempre fantástico sermos surpreendidos com declarações do Governado como: "Nunca pensámos que uma pessoa com o curriculum do Dr. Oliveira e Costa deixasse uma coisa destas acontecer", "Ele até foi Director de Supervisão Bancária do Banco de Portugal" (o que nos diz muito sobre este departamento) e outras semelhantes.
E de repente descobrimos: O Banco de Portugal limita-se a avaliar os Curriculae Vitae dos quadros das instituições financeiras e depois se não gostarem do que leem pedem elementos adicionais e emitem pareceres.
Será que ninguém o demite, já que não se vai embora? E já agora, apesar de não serem grande coisa, os deputados ainda são os representantes democráticos da Nação e convém ter algum respeito e educação na forma como se responde e nos modos utilizados na Assembleia de República...mas pelos vistos nem eles se dão ao respeito...
É desgastante estar sempre a recordar a inoperância dos supervisores (Banco de Portugal e CMVM - aproveitando para recordar que Teixeira dos Santos foi responsável por esta) e os resultados fantásticos que tiveram, na única tarefa verdadeiramente importante que aquelas 2,000 pessoas têm que fazer: supervisionar o sistema financeiro e as empresas cotadas.
Contudo, é sempre fantástico sermos surpreendidos com declarações do Governado como: "Nunca pensámos que uma pessoa com o curriculum do Dr. Oliveira e Costa deixasse uma coisa destas acontecer", "Ele até foi Director de Supervisão Bancária do Banco de Portugal" (o que nos diz muito sobre este departamento) e outras semelhantes.
E de repente descobrimos: O Banco de Portugal limita-se a avaliar os Curriculae Vitae dos quadros das instituições financeiras e depois se não gostarem do que leem pedem elementos adicionais e emitem pareceres.
Será que ninguém o demite, já que não se vai embora? E já agora, apesar de não serem grande coisa, os deputados ainda são os representantes democráticos da Nação e convém ter algum respeito e educação na forma como se responde e nos modos utilizados na Assembleia de República...mas pelos vistos nem eles se dão ao respeito...
Eleições Europeias
1. Verificou-se uma derrota esmagadora do PS, um protesto dos eleitores contra a incompetência, arrogância, mediocridade e autismo de um dos piores Governos desde 1975 (e tivemos muitos...).
2. Obviamente que também existiu uma vitória do PSD, que procurou ter uma campanha simples, focada e orientada para os eleitores e as necessidades. Não parece mas não foi o Bloco de Esquerda quem ganhou as eleições
3. A extrema-esquerda conseguiu mais de 20% dos resultados e isto é um sinal muito preocupante para a democracia portuguesa e que nos deve preocupar tanto quanto se fosse a extrema-direita, convém não esquecer que estamos a tratar de trotskistas, maoistas e estalinistas, que acreditam em ideologias responsáveis pela morte de dezenas de milhões de pessoas e pelo sofrimento de centenas de milhões
4. É escandalosa a manipulação da comunicação social, especialmente com a apresentação sistemática de sondagens com desvios superiores a 10 pontos percentuais face à realidade, apenas nos 2 principais partidos
5. Responsáveis de empresas de sondagens que são alinhados com o PS e que a 2 duas das eleições declaram a impossibilidade de o PSD ganhar e o PS perder as eleições
6. A SIC que em noite de eleições quando se confirma a derrota do PS avançam com uma sondagem (como as outras tinham corrido bem...) e querem que os partidos, comentadores e o País falem de sondagens na noite de eleições eleitorais, com resultados concretos derivados da votação de mais de 3 milhões de Portugueses. Isto é no mínimo uma manipulação do dever de isenção e de distanciamento face ao poder político. Esta palhaçada foi desmascarada pelo António Barreto e pelo Pacheco Pereira na SIC Notícias, pois não tiveram tempo de antena da SIC que simplesmente não deu a palavra aos comentadores entre a apresentação da "sondagem" e o encerramento do especial de notícias
7. O Governo quer manter as suas políticas irresponsáveis e hipotecar o futuro do País com projectos megalómanos e que levarão Portugal a um endividamento insuportável. Isto quando a 4 meses das eleições tem 25% dos votos em eleições.
8. Temos que acabar com o resto da brincadeira. Já chega de nos fazerem passar por tolos.
2. Obviamente que também existiu uma vitória do PSD, que procurou ter uma campanha simples, focada e orientada para os eleitores e as necessidades. Não parece mas não foi o Bloco de Esquerda quem ganhou as eleições
3. A extrema-esquerda conseguiu mais de 20% dos resultados e isto é um sinal muito preocupante para a democracia portuguesa e que nos deve preocupar tanto quanto se fosse a extrema-direita, convém não esquecer que estamos a tratar de trotskistas, maoistas e estalinistas, que acreditam em ideologias responsáveis pela morte de dezenas de milhões de pessoas e pelo sofrimento de centenas de milhões
4. É escandalosa a manipulação da comunicação social, especialmente com a apresentação sistemática de sondagens com desvios superiores a 10 pontos percentuais face à realidade, apenas nos 2 principais partidos
5. Responsáveis de empresas de sondagens que são alinhados com o PS e que a 2 duas das eleições declaram a impossibilidade de o PSD ganhar e o PS perder as eleições
6. A SIC que em noite de eleições quando se confirma a derrota do PS avançam com uma sondagem (como as outras tinham corrido bem...) e querem que os partidos, comentadores e o País falem de sondagens na noite de eleições eleitorais, com resultados concretos derivados da votação de mais de 3 milhões de Portugueses. Isto é no mínimo uma manipulação do dever de isenção e de distanciamento face ao poder político. Esta palhaçada foi desmascarada pelo António Barreto e pelo Pacheco Pereira na SIC Notícias, pois não tiveram tempo de antena da SIC que simplesmente não deu a palavra aos comentadores entre a apresentação da "sondagem" e o encerramento do especial de notícias
7. O Governo quer manter as suas políticas irresponsáveis e hipotecar o futuro do País com projectos megalómanos e que levarão Portugal a um endividamento insuportável. Isto quando a 4 meses das eleições tem 25% dos votos em eleições.
8. Temos que acabar com o resto da brincadeira. Já chega de nos fazerem passar por tolos.
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